Não é difícil imaginar que o ano de 2018 será no mínimo atípico: dez feriados prolongados – seis deles cairão numa quinta ou sexta e outros quatro em segundas ou terças – sem contar as datas comemorativas e religiosas estaduais e municipais, mais os pontos facultativos especialmente abundantes em função do ano eleitoral. Some-se a isso carnaval, copa do mundo de futebol e eleições gerais e pode-se antever um ano de muita conversa e pouca ação. Fica então a indagação: será um ano de pouco trabalho ou será preciso um esforço muito maior de cada um para que as perspectivas possam se apresentar mais alvissareiras? Não custa lembrar o que observou Fernando Sabino: “O otimista erra tanto quanto o pessimista, mas não sofre por antecipação”. Para a OAB o ano se mostra pleno de possibilidades, a começar pela votação, na Câmara, do PL 8.347/2017, que estabelece punições para quem viola as prerrogativas dos advogados. A mobilização da categoria, especialmente em ano eleitoral, será fundamental para a garantia da aprovação.
sábado, 13 de janeiro de 2018
Boas perspectivas
Artigo: “Boas perspectivas”, por Andrey Cavalcante
Não é difícil imaginar que o ano de 2018 será no mínimo atípico: dez feriados prolongados – seis deles cairão numa quinta ou sexta e outros quatro em segundas ou terças – sem contar as datas comemorativas e religiosas estaduais e municipais, mais os pontos facultativos especialmente abundantes em função do ano eleitoral. Some-se a isso carnaval, copa do mundo de futebol e eleições gerais e pode-se antever um ano de muita conversa e pouca ação. Fica então a indagação: será um ano de pouco trabalho ou será preciso um esforço muito maior de cada um para que as perspectivas possam se apresentar mais alvissareiras? Não custa lembrar o que observou Fernando Sabino: “O otimista erra tanto quanto o pessimista, mas não sofre por antecipação”. Para a OAB o ano se mostra pleno de possibilidades, a começar pela votação, na Câmara, do PL 8.347/2017, que estabelece punições para quem viola as prerrogativas dos advogados. A mobilização da categoria, especialmente em ano eleitoral, será fundamental para a garantia da aprovação.
Não é difícil imaginar que o ano de 2018 será no mínimo atípico: dez feriados prolongados – seis deles cairão numa quinta ou sexta e outros quatro em segundas ou terças – sem contar as datas comemorativas e religiosas estaduais e municipais, mais os pontos facultativos especialmente abundantes em função do ano eleitoral. Some-se a isso carnaval, copa do mundo de futebol e eleições gerais e pode-se antever um ano de muita conversa e pouca ação. Fica então a indagação: será um ano de pouco trabalho ou será preciso um esforço muito maior de cada um para que as perspectivas possam se apresentar mais alvissareiras? Não custa lembrar o que observou Fernando Sabino: “O otimista erra tanto quanto o pessimista, mas não sofre por antecipação”. Para a OAB o ano se mostra pleno de possibilidades, a começar pela votação, na Câmara, do PL 8.347/2017, que estabelece punições para quem viola as prerrogativas dos advogados. A mobilização da categoria, especialmente em ano eleitoral, será fundamental para a garantia da aprovação.
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