segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Midias IV

No conteúdo de texto digital na sala de aula, pude organizar meus pensamentos com a noção de que as bibliotecas virtuais permitem acessar bancos de informação em formatos eletrônicos ou digitais. Esse tipo de bibliotecas inclui também os catálogos automatizados de bibliotecas tradicionais. Segundo essa acepção, a biblioteca eletrônica reproduz a produção impressa utilizando um meio de sustentáculo dessemelhante do papel, e se torna, também, espaço inovador de publicação, totalmente conspícuo do texto impresso, no formato hipertextual e hipermidial.
No hipertexto o desempenho do autor também se expande para abranges muito mais que a simples escrita: pode assumir a apresentação e o projeto do livro, criar gráficos, produzir animações, vídeos, efeitos sonoros, fotografias ou textos orais, e determinar as diversas ações do programa.
Para Cavalcante (2004), a identidade do hipertexto virtual se dá na presença e utilização de seus constituintes internos: os nós e links. São eles que garantem a arquitetura textual assumindo um funcionamento extratextual, pois monitoram o leitor para um exterior discursivo.
O professor pode enriquecer o trabalho de leitura e escrita de seus alunos, a partir de uma narrativa em quadrinhos, que descobrimos ser parte da alegria de misturar arte e língua portuguesa. Pode levar os alunos a transformar imagens visuais em textos verbais, por exemplo. Para nosso deleite foi sugerido à realização de uma feira popular, para a exposição de folhetos de cordel, organizada e elaborada pelos alunos, a fim de ser relato no diário de bordo com foi a experiência.
No Módulo Básico de TV e Vídeo cuja finalidade oferecer informações especifica sobre diferentes mídias (rádio, tv e vídeo, impressos e informática), facilitando a sua apropriação como ferramentas de autoria e co-autoria, de forma integrada ao projeto pedagógico. Além desse nos fez recordar que é tão comum no nosso cotidiano o ato de assistir à televisão que resulta praticamente inimaginável viver sem ela. “O acúmulo de horas passadas em frente à tela é grande para todos os segmentos da população”. Assim, a mesma detém um grande potencial de comunicação, razão pela qual se torna um lugar do saber.
Tal mudança de paradigma, que deve transformar profundamente o sistema escolar e também a formação dos professores, precisa acompanhar-se da erradicação de um tipo particular de analfabetismo: o analfabetismo das imagens, que mantém o homem incapaz de ler, de interpretar e de pensar criticamente as imagens veiculadas nos meios de comunicação de massa. Também poderá garantir ao aluno o papel de sujeito do processo de ensino e aprendizagem, em cooperação com os demais, na construção do conhecimento.
Na temática televisão e o vídeo na sala de aula que estudamos algo ficou martelando em minha cabeça, oportunizando me refletis sobre o que comumente se vê e o emprego da televisão e do vídeo sem muito atributo, em esboços de aulas tradicionais ou como modismo, fazendo parte de praticas pedagógicas arcaicas, assim revestidas de pseudo-atualidade. Sabendo que as mensagens verbais podem ser sonoras e visuais, assim como as mensagens não-verbais podem ser, igualmente, sonoras e visuais, ambas se completam em som e imagem. Para tanto ela se transforma na gramática do sistema de codificação dos audiovisuais.
Contudo, a pré-produção compreende a elaboração do roteiro como: Escaleta, Argumento, Roteiro Literário e Roteiro Técnico; a análise técnica e a elaboração do cronograma. Aprendemos que na filmagem além da câmera, outro cuidado que se deve ter é com a Iluminação e o Som.
A imagem é tudo, mas é preciso que seja de qualidade para ter possa ter significado para o público. Para garantir esta qualidade é muito importante o uso de uma boa iluminação. Outro item importante em um vídeo é o som. Temos que ter muito cuidado com o tipo de microfone que usaremos para trabalhar nosso vídeo.

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