A Tristeza nos Isola e a Alegria nos Conecta.
Tantos séculos de educação católica massiva e mesmo de outras religiões monoteístas, nos fizeram colocar Deus acima de todas as coisas, num lugar perdido no meio do céu ou do espaço. Quando dirigimos nossas orações, olhamos para cima, como querendo entrever Sua imagem ou apenas um sinal de que estamos sendo ouvidos.
Porém, uma frase da Bíblia sempre me chamava a atenção: Deus está em cada um de nós e em todos os lugares. Eu me perguntava como isso era possível. Acreditava sim que Deus é onipotente, onisciente, onipresente e soberano, mas não conseguia conceber como um Deus que está em algum lugar do espaço, poderia saber o que ia na alma de todos os Seus filhos, além de conseguir controlar todas as ferramentas do Universo.
Foi então que, após muito ler e ouvir e pensar, conclui que aquilo que chamamos de Deus, que criou todas as coisas e que é este ser supremo de bondade e amor não poderia ser como nós. Ou seja, não poderia ter a mesma matéria e obviamente não deveria estar limitado a um espaço circunscrito.
Entendi que Deus é como uma energia que preenche todo o Universo. Dessa forma, Ele está em todas as coisas e dentro de cada um de nós, pois estamos mergulhados Nele, O sentimos constantemente pulsando em nosso centro, porque somos parte Dele, e Ele é sinônimo de Vida.
Da mesma forma, todos os seres humanos deste planeta estão interligados. O quanto há de nós em cada um e vice-versa? E o quanto de influência externa não assimilamos e depois passamos para frente?
Essa constatação me deixava constantemente deprimida. Como era possível o isolamento, a indiferença, a individualidade nascida do egoísmo, se estamos todos conectados e somos habitantes do mesmo lar? Se a vida de todos depende de nossas ações e palavras (pois sim, nossos atos e mesmo as abstenções provocam reações em cadeia que a todos afetam)?
Então compreendi que apesar de continuarmos conectados na prática, só sentimos as graças dessa união quando estamos felizes, abertos, dispostos. O mundo nos sorri e nos derrama graças e generosidade quando nos sentimos ligados a cada ser humano. Quando nos isolamos – e só nos isolamos quando somos infelizes – perdemos esta conexão. Ficamos sombrios e temos ainda mais motivos para acreditar que a conexão não vale a pena, já que nos sentimos injustiçados e abandonados.
Usando uma metáfora bem simples: estar feliz é como ter banda larga, onde tudo flui com rapidez, a quantidade de contatos é maior e as facilidades da vida prática também. Já estar triste é não possuir internet, ficando isolado do resto do mundo, tendo que fazer tudo do jeito mais trabalhoso.
Sabendo disso, vamos deixar cair esta armadura da individualidade que supostamente nos protege e vamos nos abrir para o mundo, vamos nos conectar com as outras pessoas. Se todos estivessem assim, em harmonia, não haveria necessidade dos vícios que apenas servem para nos compensar do vazio que sentimos, assim como da violência, explosão da nossa revolta por nos sentirmos sozinhos e injustiçados.
Ao invés de chorar no dia de hoje, lembre do que o faz sorrir.
Conecte-se!
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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Viver e ser feliz
Quando criança, eu queria ser adulto, mas por que cargas d’água hoje eu gostaria de ser criança?
Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar?
Afinal, o que te faz feliz?
O que nos faz feliz?
O que é ser feliz?
Talvez seja a esperança de saber que o amanhã poderá ser melhor.
E é por isso que batalhamos hoje.
É, talvez ser feliz seja isso:
Viver o que temos pra viver da maneira que podemos.
Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar?
Afinal, o que te faz feliz?
O que nos faz feliz?
O que é ser feliz?
Talvez seja a esperança de saber que o amanhã poderá ser melhor.
E é por isso que batalhamos hoje.
É, talvez ser feliz seja isso:
Viver o que temos pra viver da maneira que podemos.
Emoções
Aprendendo a lidar com as próprias emoções
Paula Dely
Todos os dias, estamos sujeitos a desenvolver uma infinidade de emoções diferentes, conforme os acontecimentos e as situações vividas. As emoções podem ter um papel fundamental nos relacionamentos, na saúde e na qualidade de vida e, por isso, é importante aprendermos a conhecê-las e a trabalhar com elas.
Dificilmente nos perguntamos o que realmente sentimos antes de tomarmos certas atitudes. Isso ocorre porque as emoções funcionam como um turbilhão, e nem sempre temos tempo ou habilidade para compreender o que está se passando dentro de nós. Mas conhecer as próprias emoções pode evitar muitos conflitos.
Todas as emoções vêm acompanhadas por reações fisiológicas. Quando sentimos medo ou raiva, a carga de adrenalina aumenta e faz com que nosso coração dispare e o corpo entre em estado de alerta. Quando estamos felizes, nosso corpo produz mais endorfinas, que resultam em sensação de bem-estar.
As emoções costumam ser classificadas como positivas ou negativas. As negativas recebem essa denominação por causa do tipo de sensação que despertam, sem que isso signifique que sejam necessariamente prejudiciais.
O primeiro grupo refere-se às emoções que despertam experiências agradáveis e prazerosas, como o amor, a alegria e a felicidade. No outro, estão aquelas que despertam sensações desagradáveis e que podem atrapalhar a comunicação e o entendimento entre as pessoas se não forem compreendidas. As mais importantes são a raiva, a tristeza, a ansiedade e o medo. Vejamos em que consiste cada uma delas:
Ansiedade: é uma sensação ou sentimento que costuma estar ligado a momentos de preocupação e apreensão. Geralmente, ela aparece quando devemos tomar decisões ou esperar por acontecimentos importantes. É semelhante ao medo, mas, ao contrário deste, não necessita de problemas reais para estar presente. Pode ser desencadeada por dificuldades subjetivas, que às vezes não conseguimos identificar, e existir em pequenos níveis; mas, em demasia, acaba resultando em uma excitação excessiva do sistema nervoso central e desencadeando uma série de sintomas físicos (como taquicardia, sudorese, sintomas gastrintestinais e irritabilidade).
Medo: sentimento que surge quando estamos diante de um perigo ou ameaça real a nossa integridade física ou psicológica. É uma emoção essencial, já que possui uma função protetora, pois prepara o corpo para enfrentar ou se esquivar do perigo.
Tristeza: emoção ligada à perda de alguém ou algo importante, ao abandono e ao sofrimento. Geralmente, resulta em abatimento físico, desânimo e falta de vontade. Ela é importante porque nos permite superar as perdas e as expectativas frustradas e encontrar novas formas de recomeçar.
Paula Dely
Todos os dias, estamos sujeitos a desenvolver uma infinidade de emoções diferentes, conforme os acontecimentos e as situações vividas. As emoções podem ter um papel fundamental nos relacionamentos, na saúde e na qualidade de vida e, por isso, é importante aprendermos a conhecê-las e a trabalhar com elas.
Dificilmente nos perguntamos o que realmente sentimos antes de tomarmos certas atitudes. Isso ocorre porque as emoções funcionam como um turbilhão, e nem sempre temos tempo ou habilidade para compreender o que está se passando dentro de nós. Mas conhecer as próprias emoções pode evitar muitos conflitos.
Todas as emoções vêm acompanhadas por reações fisiológicas. Quando sentimos medo ou raiva, a carga de adrenalina aumenta e faz com que nosso coração dispare e o corpo entre em estado de alerta. Quando estamos felizes, nosso corpo produz mais endorfinas, que resultam em sensação de bem-estar.
As emoções costumam ser classificadas como positivas ou negativas. As negativas recebem essa denominação por causa do tipo de sensação que despertam, sem que isso signifique que sejam necessariamente prejudiciais.
O primeiro grupo refere-se às emoções que despertam experiências agradáveis e prazerosas, como o amor, a alegria e a felicidade. No outro, estão aquelas que despertam sensações desagradáveis e que podem atrapalhar a comunicação e o entendimento entre as pessoas se não forem compreendidas. As mais importantes são a raiva, a tristeza, a ansiedade e o medo. Vejamos em que consiste cada uma delas:
Ansiedade: é uma sensação ou sentimento que costuma estar ligado a momentos de preocupação e apreensão. Geralmente, ela aparece quando devemos tomar decisões ou esperar por acontecimentos importantes. É semelhante ao medo, mas, ao contrário deste, não necessita de problemas reais para estar presente. Pode ser desencadeada por dificuldades subjetivas, que às vezes não conseguimos identificar, e existir em pequenos níveis; mas, em demasia, acaba resultando em uma excitação excessiva do sistema nervoso central e desencadeando uma série de sintomas físicos (como taquicardia, sudorese, sintomas gastrintestinais e irritabilidade).
Medo: sentimento que surge quando estamos diante de um perigo ou ameaça real a nossa integridade física ou psicológica. É uma emoção essencial, já que possui uma função protetora, pois prepara o corpo para enfrentar ou se esquivar do perigo.
Tristeza: emoção ligada à perda de alguém ou algo importante, ao abandono e ao sofrimento. Geralmente, resulta em abatimento físico, desânimo e falta de vontade. Ela é importante porque nos permite superar as perdas e as expectativas frustradas e encontrar novas formas de recomeçar.
Emoções
Raiva: geralmente, aparece quando nos sentimos frustrados, injustiçados ou agredidos. É uma emoção que também possui um lado positivo, pois nos faz tomar atitudes e provocar mudanças.
Todos podemos ter emoções negativas e positivas dentro de nós, sem que isso seja considerado errado ou problemático. A vida humana é complexa e dinâmica e, por isso, é possível oscilar entre as sensações positivas e negativas ao longo do dia. A influência negativa das emoções pode ocorrer se não desenvolvermos a capacidade de compreendê-las e, conseqüentemente, controlá-las e dirigi-las para fins positivos.
Aprender a identificar as próprias emoções e perceber como elas influenciam nossa conduta é uma maneira de conhecer a si mesmo. Quando identificamos o que sentimos, podemos perceber mais facilmente os sentimentos dos outros e, assim, aumentar a tolerância, facilitar a comunicação e evitar desentendimentos.
Expressar o que sentimos também é um aprendizado diário. Nem sempre, por exemplo, dirigimos nossa raiva para as situações que a desencadearam e, sim, para as pessoas que estão a nossa volta. Esse tipo de confusão impede que transformemos nossas emoções em força produtiva, motivação e estímulo para mudar as situações.
Refletir sobre tudo isso pode ser um modo diferente e interessante de começar o ano.
IN:www.aprendebrasil.com.br/falecom/psicologa_bd.asp
Todos podemos ter emoções negativas e positivas dentro de nós, sem que isso seja considerado errado ou problemático. A vida humana é complexa e dinâmica e, por isso, é possível oscilar entre as sensações positivas e negativas ao longo do dia. A influência negativa das emoções pode ocorrer se não desenvolvermos a capacidade de compreendê-las e, conseqüentemente, controlá-las e dirigi-las para fins positivos.
Aprender a identificar as próprias emoções e perceber como elas influenciam nossa conduta é uma maneira de conhecer a si mesmo. Quando identificamos o que sentimos, podemos perceber mais facilmente os sentimentos dos outros e, assim, aumentar a tolerância, facilitar a comunicação e evitar desentendimentos.
Expressar o que sentimos também é um aprendizado diário. Nem sempre, por exemplo, dirigimos nossa raiva para as situações que a desencadearam e, sim, para as pessoas que estão a nossa volta. Esse tipo de confusão impede que transformemos nossas emoções em força produtiva, motivação e estímulo para mudar as situações.
Refletir sobre tudo isso pode ser um modo diferente e interessante de começar o ano.
IN:www.aprendebrasil.com.br/falecom/psicologa_bd.asp
Comunicar-se etapas.
• Participar de situações de intercâmbio oral, ouvindo com atenção e formulando perguntas sobre o tema tratado.
• Ouvir com atenção crescente a opinião dos colegas, expressar suas idéias, relacioná-las ao tema e fazer perguntas sobre os assuntos abordados.
• Aprender a respeitar modos de falar diferentes do seu.
• Recontar histórias conhecidas, recuperando características da linguagem do texto original.
• Aprender a falar de maneira mais formal e, assim, se preparar para se comunicar em situações como entrevistas, saraus, recitais, cantorias e seminários, entre outras.
• Ouvir com atenção crescente a opinião dos colegas, expressar suas idéias, relacioná-las ao tema e fazer perguntas sobre os assuntos abordados.
• Aprender a respeitar modos de falar diferentes do seu.
• Recontar histórias conhecidas, recuperando características da linguagem do texto original.
• Aprender a falar de maneira mais formal e, assim, se preparar para se comunicar em situações como entrevistas, saraus, recitais, cantorias e seminários, entre outras.
Natal
Feliz Natal para ti e toda a família.
Essa é a primeira arvore de natal Vai ser repassada de lar em lar! Espero a minha também 😊
Essa é a primeira arvore de natal Vai ser repassada de lar em lar! Espero a minha também 😊
Midias VIII
A noção de gênero textual é importante para uma boa interpretação e produção de texto. Na verdade, a estrutura de todo texto é determinada, em grande parte, pela situação de comunicação: quem escreve, para quem, com que intuito, em que tipo de suporte (papel, rádio, TV, internet).
Essas condições de produção, em última análise, determinam o vocabulário, a estrutura do texto como um todo, a estrutura sintática, o tom (mais ou menos formal) e, até mesmo, o tipo de códigos que utiliza apenas texto, texto acompanhado de imagens e gráficos. Da mesma forma, para se interpretar um texto, a identificação de sua função social , fazendo parte dos Gêneros textuais da mídia impressa como a: noticia_ Relato de fatos ou acontecimentos atuais; a reportagem que o relato de fatos de interesse do público leitor, com acréscimo de entrevistas e comentários, proporcionando uma visão mais ampla do assunto; ou a entrevista para registrar depoimento de um indivíduo ou de um grupo de pessoas sobre um determinado acontecimento.; o editorial que é um texto de opinião, escrito de maneira impessoal e publicado sem assinatura. Nele os editores do veículo (jornal, revista) expressam sua opinião acerca de diversos assuntos, sobretudo os mais polêmicos e atuais da edição.; o artigo de opinião: assim como o editorial, também é um texto de opinião. No entanto, não representa o posicionamento do veículo frente ao tema tratado, mas apenas a do autor que o assina; também a crônica jornalística que aborda assuntos e acontecimentos do dia-a-dia, e contém traços de ironia e humor, pois seu objetivo principal é fazer uma crítica social ou política, fechando com a resenha crítica que apresenta uma obra (livro, filme, espetáculo, peça teatral, CD etc. Além da sua descrição, a resenha crítica traz uma análise de seus pontos favoráveis e/ou desfavoráveis, segundo a opinião do resenhista; e fechando dois gêneros: a Carta do leitor que um texto em que o leitor de um determinado jornal ou revista manifesta seu ponto de vista sobre um determinado assunto ou sobre artigos, reportagens publicados pelo veículo em edições anteriores e a divulgação científica que um texto de caráter informativo, de linguagem acessível e que têm como principal finalidade divulgar para o grande público as descobertas mais recentes no campo das ciências. Por exemplo, um tema que se encontra em vários jornais e revistas, atualmente, é a utilização de células-tronco em portadores de deficiências físicas.
Hoje, na área do ensino-aprendizagem, considera-se a linguagem como uma ação entre indivíduos orientada por um objetivo específico. Homens e mulheres interagem socialmente, sempre através de um gênero: conversa informal, cartas pessoais, poemas, relatórios profissionais, ensaios acadêmicos, e, também, através de gêneros da mídia impressa. Cada uma dessas interações depende das condições em que ocorrem: características sociais dos envolvidos, sob que pontos de vista se expressam, com que finalidade, em que suporte (papel, on-line, rádio, TV) e de que lugar fala. O ensino-aprendizagem da linguagem não pode desconsiderar essas questões que, em última análise, determinam o gênero dos textos.
Finalmente, este resgate de memória também possibilitou o acesso a questões relevantes desta jornada até aqui, mas que poderá ser ponto .
Essas condições de produção, em última análise, determinam o vocabulário, a estrutura do texto como um todo, a estrutura sintática, o tom (mais ou menos formal) e, até mesmo, o tipo de códigos que utiliza apenas texto, texto acompanhado de imagens e gráficos. Da mesma forma, para se interpretar um texto, a identificação de sua função social , fazendo parte dos Gêneros textuais da mídia impressa como a: noticia_ Relato de fatos ou acontecimentos atuais; a reportagem que o relato de fatos de interesse do público leitor, com acréscimo de entrevistas e comentários, proporcionando uma visão mais ampla do assunto; ou a entrevista para registrar depoimento de um indivíduo ou de um grupo de pessoas sobre um determinado acontecimento.; o editorial que é um texto de opinião, escrito de maneira impessoal e publicado sem assinatura. Nele os editores do veículo (jornal, revista) expressam sua opinião acerca de diversos assuntos, sobretudo os mais polêmicos e atuais da edição.; o artigo de opinião: assim como o editorial, também é um texto de opinião. No entanto, não representa o posicionamento do veículo frente ao tema tratado, mas apenas a do autor que o assina; também a crônica jornalística que aborda assuntos e acontecimentos do dia-a-dia, e contém traços de ironia e humor, pois seu objetivo principal é fazer uma crítica social ou política, fechando com a resenha crítica que apresenta uma obra (livro, filme, espetáculo, peça teatral, CD etc. Além da sua descrição, a resenha crítica traz uma análise de seus pontos favoráveis e/ou desfavoráveis, segundo a opinião do resenhista; e fechando dois gêneros: a Carta do leitor que um texto em que o leitor de um determinado jornal ou revista manifesta seu ponto de vista sobre um determinado assunto ou sobre artigos, reportagens publicados pelo veículo em edições anteriores e a divulgação científica que um texto de caráter informativo, de linguagem acessível e que têm como principal finalidade divulgar para o grande público as descobertas mais recentes no campo das ciências. Por exemplo, um tema que se encontra em vários jornais e revistas, atualmente, é a utilização de células-tronco em portadores de deficiências físicas.
Hoje, na área do ensino-aprendizagem, considera-se a linguagem como uma ação entre indivíduos orientada por um objetivo específico. Homens e mulheres interagem socialmente, sempre através de um gênero: conversa informal, cartas pessoais, poemas, relatórios profissionais, ensaios acadêmicos, e, também, através de gêneros da mídia impressa. Cada uma dessas interações depende das condições em que ocorrem: características sociais dos envolvidos, sob que pontos de vista se expressam, com que finalidade, em que suporte (papel, on-line, rádio, TV) e de que lugar fala. O ensino-aprendizagem da linguagem não pode desconsiderar essas questões que, em última análise, determinam o gênero dos textos.
Finalmente, este resgate de memória também possibilitou o acesso a questões relevantes desta jornada até aqui, mas que poderá ser ponto .
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