CARNAVAL E SUA RELAÇÃO COM OS EVANGÉLICOS
Silas Malafaia
A origem do Carnaval ainda é desconhecida. As primeiras referências a ele estão relacionadas a festas agrárias. Alguns atribuem seu surgimento aos cultos de agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela colheita, realizados na Grécia durante o século 7 a.C. A festividade incluía orgias sexuais e bebidas, e os foliões usavam máscaras e disfarces simbolizando a inexistência de classes sociais.
As folias do Carnaval também estão ligadas às festas pagãs romanas, marcadas pela licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais (em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais (em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco) e saturnais (em homenagem ao deus Saturno, que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).
Com o advento do cristianismo, a Igreja Católica Apostólica Romana começou a tentar conter os excessos do povo nessas festas pagãs e a condenar a libertinagem. Porém, com a resistência popular, em 590 d.C. ela própria oficializou o Carnaval dando origem ao “carnaval cristão”, quando o Papa Gregório I marcou definitivamente a data do Carnaval no calendário eclesiástico.
Esse momento de grandes festejos populares antecedia a Quaresma, período determinado pela Igreja Católica para que todos os anos os fiéis se dedicassem, durante 40 dias, a assuntos espirituais, antes da Semana Santa. No período que ia da Quarta-feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum, para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.
Como o povo enfrentaria um longo período de privações e abstinência, alguns “carnais” permitiram que o povo cometesse então algumas extravagâncias antes. Às vésperas da Quaresma, os cristãos fartavam-se de assados e frituras entre o domingo e a “terça-feira gorda”. O que deveria ser apenas uma festa religiosa acabou assimilando os antigos costumes de libertinagem e bebedeiras.
Esses dias de “vale-tudo” que antecedem a Quaresma, em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de adeus à carne, que em italiano é carne vale, ou carnevale, resultando na palavra carnaval.
A Quarta-feira de Cinzas, primeiro dia da Quaresma, simbolizava o momento em que as pessoas se revestiam de cinzas, evocando que do pó vieram e para o pó retornariam, e ingressavam no período em que a Igreja celebra a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.
Visto que até hoje essa festa da carne traz consequências físicas, morais e espirituais degradantes, estampadas nos noticiários da Quarta-feira de Cinzas, aconselho aos que não participam do Carnaval que continuem de fora; e, aos que participam ou pretendem participar, meu conselho é 1 João 2.16: Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. Sendo assim, não convém ao cristão, mesmo a título de curiosidades, participar dessa festividade.
No site Verdade Gospel, o pastor Silas Malafaia publicou um artigo em que fala da origem da festa do carnaval e de sua relação com os evangélicos.
O texto é também um alerta para que os cristãos não se interessem e nem se envolvam com essa festa.
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Chocolate
CHOCOLATE
Vamos ver agora como surgiu o chocolate...
Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.
Vamos ver agora como surgiu o chocolate...
Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.
História da Dança
História da dança
A dança é uma das três principais artes cênicas da Antiguidade, ao lado do teatro e da música. Caracteriza-se pelo uso do corpo seguindo movimentos previamente estabelecidos (coreografia) ou improvisados (dança livre). Na maior parte dos casos, a dança, com passos cadenciados é acompanhada ao som e compasso de música e envolve a expressão de sentimentos potenciados por ela.
A dança pode existir como manifestação artística ou como forma de divertimento e/ou cerimônia. Como arte, a dança se expressa através dos signos de movimento, com ou sem ligação musical, para um determinado público, que ao longo do tempo foi se desvinculado das particularidades do teatro.
Atualmente, a dança se manifesta nas ruas em eventos como "Dança em Trânsito", sob a forma de vídeo, no chamado "vídeodança", e em qualquer outro ambiente em que for contextualizado o propósito artístico.
História da dança
A história da dança cênica representa uma mudança de significação dos propósitos artísticos através do tempo.
Com o Balé Clássico, as narrativas e ambientes ilusórios é que guiavam a cena. Com as transformações sociais da época moderna, começou-se a questionar certos virtuosismos presentes no balé e começaram a aparecer diferentes movimentos de Dança Moderna. É importante notar que nesse momento, o contexto social inferia muito nas realizações artísticas, fazendo com que então a Dança Moderna Americana acabasse por se tornar bem diferente da Dança Moderna Européia, mesmo que tendo alguns elementos em comum.
A dança contemporânea surgiu como nova manifestação artística, sofrendo influências tanto de todos os movimentos passados, como das novas possibilidades tecnológicas (vídeo, instalações). Foi essa também muito influenciada pelas novas condições sociais - individualismo crescente, urbanização, propagação e importâncias da mídia, fazendo surgir novas propostas de arte, provocando também fusões com outras áreas artísticas como o teatro por exemplo.
Dança e educação
Rodrigo Amorim(2000) considera a educação como evolução e transformação do indivíduo, considerando a dança como um contínuo da Educação Física, expressão da corporeidade e considerando o movimento um meio para se visualizar a corporeidade dos nossos alunos, a dança na escola deve proporcionar oportunidades para que o aluno possa desenvolver todos os seus domínios do comportamento humano e, através de diversificações e complexidades, o professor possa contribuir para a formação de estruturas corporais mais complexas.
Mas é preciso deixar claro que apesar de alguns cursos da área da saúde como educação física se utilizarem da dança como instrumento, para obter condicionamento físico por exemplo, estes cursos não formam ou qualificam este profissional, seja o artista bailarino, dançarino ou coreógrafo, muito menos professor destas atividades artisticas.
Ë preciso que os profissionais de educação física tenham este respeito ético, pois não são artistas muito menos professores de qualquer atividade artística inclusive de dança.
O ensino da dança nas escolas brasileiras deve ser abordado dentro do conteúdo Artes, (Teatro, Música, Dança e Artes Plásticas) segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (fonte www.mec.gov.br). A abordagem da dança dentro do contexto da educação física deve auxiliar no preparo físico para que os profissionais de artes possam atuar. Porém, os professores de educação física estão aptos a atuarem nesta área, pois além de terem nos seus currículos da graduação disciplinas relacionadas à dança e à expressão corporal, encontram bastante afinidade da dança escolar com sua rotina de trabalho dentro dos educandários no Brasil.
A dança é uma área de conhecimento autônoma, até mesmo dentro das Artes, e é preciso ser respeitada e reconhecida como tal. A formação para professores e artistas de dança é adquirida nos cursos superiores de dança (bacharelados e licenciaturas) e a profissão é regulamentada pela lei.
A dança é uma das três principais artes cênicas da Antiguidade, ao lado do teatro e da música. Caracteriza-se pelo uso do corpo seguindo movimentos previamente estabelecidos (coreografia) ou improvisados (dança livre). Na maior parte dos casos, a dança, com passos cadenciados é acompanhada ao som e compasso de música e envolve a expressão de sentimentos potenciados por ela.
A dança pode existir como manifestação artística ou como forma de divertimento e/ou cerimônia. Como arte, a dança se expressa através dos signos de movimento, com ou sem ligação musical, para um determinado público, que ao longo do tempo foi se desvinculado das particularidades do teatro.
Atualmente, a dança se manifesta nas ruas em eventos como "Dança em Trânsito", sob a forma de vídeo, no chamado "vídeodança", e em qualquer outro ambiente em que for contextualizado o propósito artístico.
História da dança
A história da dança cênica representa uma mudança de significação dos propósitos artísticos através do tempo.
Com o Balé Clássico, as narrativas e ambientes ilusórios é que guiavam a cena. Com as transformações sociais da época moderna, começou-se a questionar certos virtuosismos presentes no balé e começaram a aparecer diferentes movimentos de Dança Moderna. É importante notar que nesse momento, o contexto social inferia muito nas realizações artísticas, fazendo com que então a Dança Moderna Americana acabasse por se tornar bem diferente da Dança Moderna Européia, mesmo que tendo alguns elementos em comum.
A dança contemporânea surgiu como nova manifestação artística, sofrendo influências tanto de todos os movimentos passados, como das novas possibilidades tecnológicas (vídeo, instalações). Foi essa também muito influenciada pelas novas condições sociais - individualismo crescente, urbanização, propagação e importâncias da mídia, fazendo surgir novas propostas de arte, provocando também fusões com outras áreas artísticas como o teatro por exemplo.
Dança e educação
Rodrigo Amorim(2000) considera a educação como evolução e transformação do indivíduo, considerando a dança como um contínuo da Educação Física, expressão da corporeidade e considerando o movimento um meio para se visualizar a corporeidade dos nossos alunos, a dança na escola deve proporcionar oportunidades para que o aluno possa desenvolver todos os seus domínios do comportamento humano e, através de diversificações e complexidades, o professor possa contribuir para a formação de estruturas corporais mais complexas.
Mas é preciso deixar claro que apesar de alguns cursos da área da saúde como educação física se utilizarem da dança como instrumento, para obter condicionamento físico por exemplo, estes cursos não formam ou qualificam este profissional, seja o artista bailarino, dançarino ou coreógrafo, muito menos professor destas atividades artisticas.
Ë preciso que os profissionais de educação física tenham este respeito ético, pois não são artistas muito menos professores de qualquer atividade artística inclusive de dança.
O ensino da dança nas escolas brasileiras deve ser abordado dentro do conteúdo Artes, (Teatro, Música, Dança e Artes Plásticas) segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (fonte www.mec.gov.br). A abordagem da dança dentro do contexto da educação física deve auxiliar no preparo físico para que os profissionais de artes possam atuar. Porém, os professores de educação física estão aptos a atuarem nesta área, pois além de terem nos seus currículos da graduação disciplinas relacionadas à dança e à expressão corporal, encontram bastante afinidade da dança escolar com sua rotina de trabalho dentro dos educandários no Brasil.
A dança é uma área de conhecimento autônoma, até mesmo dentro das Artes, e é preciso ser respeitada e reconhecida como tal. A formação para professores e artistas de dança é adquirida nos cursos superiores de dança (bacharelados e licenciaturas) e a profissão é regulamentada pela lei.
Criando um Blog
Plano de aula: Criando um diário virtual
Professora da turma: Elair Cristofolini Milchert
Professora de Informática Pedagógica: Aurea Vieira
Turmas: 8º Ano A-B-C
Meu Diário!
As pessoas sempre gostaram fazer registros da sua vida, dos fatos que lhe acontecem e das suas impressões sobre o cotidiano. Escrever um diário é uma forma de falar da vida, das coisas que gostamos, dos sentimentos, dos sonhos...
Nas aulas de Português, estamos estudando sobre a escrita dos diários e analisando os seus textos, tanto os verdadeiros, como as obras ficcionais.
Diário Virtual!
Se antigamente os diários íntimos eram feitos em cadernos que ficavam escondidos a sete chaves, com a chegada da Web eles mudaram de endereços. Uma rápida busca no Google, achamos milhares de textos, páginas de pessoas que se atrevem divulgar os registros da sua vida e seus pensamentos.
Mesmo que você diga hoje que não gosta de escrever sobre vocês ou de mostrar para as pessoas os seus textos, nas próximas aulas iremos criar um diário virtual.
A criação do diário, da configuração da página e dos primeiros textos serão avaliados pela professora, portanto, seja bem criterioso com a qualidade do trabalho. Depois, quando terminarmos o estudo, o diário irá pertencer a você e, se gostou da experiência, continue e mantenha-o no ar; porque escrever é uma experiência maravilhosa.
Para entender melhor, conheça dois modelos de diários virtuais:
Blog do Luque
Blog da Camila
Criando um Diário Virtual!
Há várias maneiras de ser ter um diário virtual. Há inclusive diários virtuais privados, são diários que você cria em algum endereço online e o mantém protegido com senha, não permitindo que outras pessoas leiam os seus texto.
O diário virtual que iremos criar será público, onde qualquer pessoa poderá fazer a leitura.
Mas, antes de iniciarmos a tarefa, leia um texto que a Camila, do Blog da Camila, escreveu dando algumas dicas de para fazer um diário: Como Criar Seu Diário Virtual
Vamos ao trabalho!
1º Passo: Criar uma conta de email: Entre os vários provedores gratuitos que há na web, escolhi, criar o nosso email no Yahoo Brasil. Então, acesse o portal, clique em cadastrar e siga as instruções: http://br.yahoo.com/
2º Passo: Criar o blog: é uma tarefa bem fácil. Também há na internet vários locais de hospedagem gratuita para blogs. Para o nosso projeto, escolhi o Blogs do Sapo, pois é bastante fácil fazer um cadastro e publicar no blog. Acesse o link, clique em Criar o seu blog!, depois em registre-se e siga as instruções: http://blogs.sapo.pt/
Lembre-se de escolher um nome bem bacana para o blog.
3º Passo: Escrever o perfil: O perfil é a sua apresentação. Cada aluno deverá escrever o seu perfil em seu blog contando quem você é, o que você gosta, quais são seus interesses e sobre o que você irá escrever no seu blog. vocês também podem postar uma foto sua (somente quem possuir autorização de uso de imagem).
4º Passo: Começar a postar: Agora que você já possui o seu diário virtual, já escreveu o seu perfil, é hora de publicar os seus textos. Semanalmente teremos uma aula para a atualização do Blog. E em cada aula a professora irá dar uma orientação sobre o deverá acrescentar no Blog, além dos seus textos pessoais.
Dicas importantes:
Criatividade: Quando colocamos o nosso diário no ar, ele deixa de ser pessoal. Ninguém vai querer ler uma lista das suas atividades de rotina, então capriche no texto e escrevam as suas impressões sobre os fatos que deseja contar.
Cuidado: Publicar um texto com erros ortográficos, frases mal escritas ou sem sentido nem pensar. Também não fica bem as abreviações e a linguagem do MSN. Aqui vale as regras da escrita correta da língua portuguesa.
Ética: Não exponha as pessoas que fazem parte da sua vida, talvez elas não queiram que você contem algo pessoal delas. Nunca escreva algo que possa deixar outra pessoa constrangida ou ofendida.
Segurança: Não forneçam informações que possa atrair pessoas mal intencionadas para o seu blog. Nunca escreva endereços
Professora da turma: Elair Cristofolini Milchert
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Turmas: 8º Ano A-B-C
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Mesmo que você diga hoje que não gosta de escrever sobre vocês ou de mostrar para as pessoas os seus textos, nas próximas aulas iremos criar um diário virtual.
A criação do diário, da configuração da página e dos primeiros textos serão avaliados pela professora, portanto, seja bem criterioso com a qualidade do trabalho. Depois, quando terminarmos o estudo, o diário irá pertencer a você e, se gostou da experiência, continue e mantenha-o no ar; porque escrever é uma experiência maravilhosa.
Para entender melhor, conheça dois modelos de diários virtuais:
Blog do Luque
Blog da Camila
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O diário virtual que iremos criar será público, onde qualquer pessoa poderá fazer a leitura.
Mas, antes de iniciarmos a tarefa, leia um texto que a Camila, do Blog da Camila, escreveu dando algumas dicas de para fazer um diário: Como Criar Seu Diário Virtual
Vamos ao trabalho!
1º Passo: Criar uma conta de email: Entre os vários provedores gratuitos que há na web, escolhi, criar o nosso email no Yahoo Brasil. Então, acesse o portal, clique em cadastrar e siga as instruções: http://br.yahoo.com/
2º Passo: Criar o blog: é uma tarefa bem fácil. Também há na internet vários locais de hospedagem gratuita para blogs. Para o nosso projeto, escolhi o Blogs do Sapo, pois é bastante fácil fazer um cadastro e publicar no blog. Acesse o link, clique em Criar o seu blog!, depois em registre-se e siga as instruções: http://blogs.sapo.pt/
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3º Passo: Escrever o perfil: O perfil é a sua apresentação. Cada aluno deverá escrever o seu perfil em seu blog contando quem você é, o que você gosta, quais são seus interesses e sobre o que você irá escrever no seu blog. vocês também podem postar uma foto sua (somente quem possuir autorização de uso de imagem).
4º Passo: Começar a postar: Agora que você já possui o seu diário virtual, já escreveu o seu perfil, é hora de publicar os seus textos. Semanalmente teremos uma aula para a atualização do Blog. E em cada aula a professora irá dar uma orientação sobre o deverá acrescentar no Blog, além dos seus textos pessoais.
Dicas importantes:
Criatividade: Quando colocamos o nosso diário no ar, ele deixa de ser pessoal. Ninguém vai querer ler uma lista das suas atividades de rotina, então capriche no texto e escrevam as suas impressões sobre os fatos que deseja contar.
Cuidado: Publicar um texto com erros ortográficos, frases mal escritas ou sem sentido nem pensar. Também não fica bem as abreviações e a linguagem do MSN. Aqui vale as regras da escrita correta da língua portuguesa.
Ética: Não exponha as pessoas que fazem parte da sua vida, talvez elas não queiram que você contem algo pessoal delas. Nunca escreva algo que possa deixar outra pessoa constrangida ou ofendida.
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Comvida
COMVIDA
Apresentação
A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI) em articulação com os sistemas de ensino implementa políticas educacionais nas áreas de alfabetização e educação de jovens e adultos, educação ambiental, educação em direitos humanos, educação especial, do campo, escolar indígena, quilombola e educação para as relações étnico-raciais. O objetivo da SECADI é contribuir para o desenvolvimento inclusivo dos sistemas de ensino, voltado a valorização das diferenças e da diversidade, a promoção da educação inclusiva, dos direitos humanos e da sustentabilidade sócio-ambiental visando a efetivação de políticas públicas transversais e interssetoriais.
Objetivo: Potencializar as ações de educação ambiental nas escolas do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e de ensino médio, por meio da criação e manutenção de um espaço democrático e participativo que congregue toda a comunidade escolar e fomente iniciativas voltadas para a sustentabilidade socioambiental e à melhoria da qualidade de vida na escola e sua comunidade, assim como o diálogo sobre temas socioambientais contemporâneos.
Ações:
Apoiar a implantação e fortalecimento da COM-VIDA nas escolas.
Realizar ações voltadas à gestão e ao planejamento da Agenda 21 nas escolas;
Elaborar e distribuir material de referência para as escolas - Cartilha COM-VIDA.
Como acessar: As Secretarias de Educação dos municípios, estados e Distrito Federal apresentam a ação no âmbito do Plano de Ações Articuladas (PAR).
Documentos:
Lei nº. 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a educação ambiental, Institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências;
Decreto n° 7.083, de 27 de janeiro de 2010, que dispõe sobre o Programa Mais Educação;
Documento Técnico nº 10: Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola - Com-vida (Série Documentos Técnicos do Órgão Gestor).
A História que se conta com Pinturas Rupestres
PINTURA RUPESTRE 2 / PALEOLÍTICO
Caverna Lascaux
- Tais luso de Carvalho
Tudo nos primeiros caminhos do homem, acaba se evaporando em conjeturas e suposições, pois não havia escrita. Não havia como relatar. Sempre há um pouco de divergências nas pesquisas. Os registros quanto à dança e a música se perderam no tempo. O que restou foram desenhos nas paredes das cavernas e partes do que poderiam ser instrumentos rudimentares, tais como flautas de bambu e ossos, e também tambores. O período Paleolítico é o mais antigo da história da arte que se conhece. Inicia-se com a Arte Rupestre: figuras de cervos, bizontes, cavalos, mamutes e outros animais.
Caverna de Altamira / Bizonte
O período Paleolítico inferior - fase mais antiga - pode ser datado de 500.000 a 30.000 antes de Cristo. E o Paleolítico superior, vai de 30.000 anos a 10.000, sendo que a inferior cobre 75% de todo o período.
Analisando o esquema da divisão da História da Arte, vemos que os períodos históricos mudam quando há um acontecimento que provoca na humanidade uma mudança de ideias. A cada vez que muda o homem e suas reflexões, mudam também suas manifestações artísticas.
Arte Pré-histórica :
Período Paleolítico / idade da pedra lascada
Período Neolítico / idade da pedra polida / mais no final: metais: cobre, estanho e bronze.
O Paleolítico Superior, distanciado uns 50 mil anos da era histórica é que se encontram mais vestígios de manifestações artísticas, expressas de modos diversos, principalmente na decoração das paredes das cavernas que serviam como habitação, e que eram efetuadas por nômades - caçadores e pescadores -, que representavam, quase que exclusivamente, animais comestívei.
Arte Musuva
ARTE MUSIVA
Mosaico ou arte musiva é palavra de origem alemã, embora a técnica seja antiquíssima. É um embutido de pequenas peças (tesselas) de pedra ou de outros materiais como (plástico, areia, papel ou conchas), formando determinado mosaico. O objetivo do desenho é preencher algum tipo de plano, como pisos e paredes.
A palavra "mosaico" tem origem na palavra alemã mouseen, a mesma que deu origem à palavra "música", que significa "próprio das musas". É uma forma de arte decorativa milenar, que nos remete à 1438, na época da greco-romana, quando teve seu apogeu. Na sua elaboração foram utilizados diversos tipos de materiais e teve diferentes aplicações através dos tempos.
A técnica da arte musiva consiste na colocação de tesselas, que são pequenos fragmentos de pedras, como mármore e granito moldados com tagliolo e martellina, pedras semipreciosas, pastilhas de vidro, seixos e outros materiais, sobre qualquer superfície. Nos dias de hoje, o mosaico ressurgiu, despertando grande interesse, sendo cada vez mais utilizado, artisticamente, na decoração de ambientes interiores e exteriores.
Em Portugal, destacam-se os mosaicos das ruínas romanas de Conímbriga, datados do século II d.C., além do "mosaico das musas", da villa romana de Torre de Palma (século II - IV d.C.), em Monforte,[1] e os da villa romana de Milreu, no Distrito de Faro, no Algarve - belos exemplares decorativos da época romana.[2]
Também são exemplos de mosaico o calçadão de Copacabana, a disposição dos pisos e azulejos de uma casa, até mesmo algumas gravuras do artista holandês M. C. Escher que tratam do preenchimento do plano. Hoje, entre as principais figuras do mosaico contemporâneo, destacam-se Marcelo de Melo (Brasil)[3], Sonia King (Estados Unidos) e Emma Biggs (Reino Unido).
Artes decorativas é um termo utilizado para descrever trabalhos ornamentais ou funcionais e diferenciá-los das artes plásticas. Atualmente, esse é um termo antiquado para descrever áreas ligadas ao design. Algumas das atividades relacionadas seriam: o design de móveis, interiores, cerâmica, maiólicas, livros, têxtil, etc.
A expressão "artes decorativas" foi cunhada durante a Revolução Industrial para descrever a separação de trabalho que ocorreu a partir das mudanças tecnológicas que afetaram o mercado de artistas e artesãos. O termo é, portanto, de grande significância para a história do design e das artes plásticas.
Um termo que ainda persiste, e que é quase um sinônimo de artes decorativas, é arte aplicada.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mosaico
Mosaico ou arte musiva é palavra de origem alemã, embora a técnica seja antiquíssima. É um embutido de pequenas peças (tesselas) de pedra ou de outros materiais como (plástico, areia, papel ou conchas), formando determinado mosaico. O objetivo do desenho é preencher algum tipo de plano, como pisos e paredes.
A palavra "mosaico" tem origem na palavra alemã mouseen, a mesma que deu origem à palavra "música", que significa "próprio das musas". É uma forma de arte decorativa milenar, que nos remete à 1438, na época da greco-romana, quando teve seu apogeu. Na sua elaboração foram utilizados diversos tipos de materiais e teve diferentes aplicações através dos tempos.
A técnica da arte musiva consiste na colocação de tesselas, que são pequenos fragmentos de pedras, como mármore e granito moldados com tagliolo e martellina, pedras semipreciosas, pastilhas de vidro, seixos e outros materiais, sobre qualquer superfície. Nos dias de hoje, o mosaico ressurgiu, despertando grande interesse, sendo cada vez mais utilizado, artisticamente, na decoração de ambientes interiores e exteriores.
Em Portugal, destacam-se os mosaicos das ruínas romanas de Conímbriga, datados do século II d.C., além do "mosaico das musas", da villa romana de Torre de Palma (século II - IV d.C.), em Monforte,[1] e os da villa romana de Milreu, no Distrito de Faro, no Algarve - belos exemplares decorativos da época romana.[2]
Também são exemplos de mosaico o calçadão de Copacabana, a disposição dos pisos e azulejos de uma casa, até mesmo algumas gravuras do artista holandês M. C. Escher que tratam do preenchimento do plano. Hoje, entre as principais figuras do mosaico contemporâneo, destacam-se Marcelo de Melo (Brasil)[3], Sonia King (Estados Unidos) e Emma Biggs (Reino Unido).
Artes decorativas é um termo utilizado para descrever trabalhos ornamentais ou funcionais e diferenciá-los das artes plásticas. Atualmente, esse é um termo antiquado para descrever áreas ligadas ao design. Algumas das atividades relacionadas seriam: o design de móveis, interiores, cerâmica, maiólicas, livros, têxtil, etc.
A expressão "artes decorativas" foi cunhada durante a Revolução Industrial para descrever a separação de trabalho que ocorreu a partir das mudanças tecnológicas que afetaram o mercado de artistas e artesãos. O termo é, portanto, de grande significância para a história do design e das artes plásticas.
Um termo que ainda persiste, e que é quase um sinônimo de artes decorativas, é arte aplicada.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mosaico
Jardim precioso
Um jardim é um pequeno ecossistema, uma ilha de natureza em meio à selva de pedra dos grandes centros urbanos.
Eles nos proporcionam momentos de relaxamento, de se conectar com a natureza e se desintoxicar das energias da cidade. Da mesma forma, essas ilhas funcionam para as pequenas aves silvestres que vem nos alegrar com seu canto e suas cores.
Nós podemos proporcionar a eles ambientes agradáveis, onde possam vir se alimentar, descansar e viver. Em troca, nosso jardim ganha novos movimentos, cores e sons maravilhosos...
Eles nos proporcionam momentos de relaxamento, de se conectar com a natureza e se desintoxicar das energias da cidade. Da mesma forma, essas ilhas funcionam para as pequenas aves silvestres que vem nos alegrar com seu canto e suas cores.
Nós podemos proporcionar a eles ambientes agradáveis, onde possam vir se alimentar, descansar e viver. Em troca, nosso jardim ganha novos movimentos, cores e sons maravilhosos...
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